quarta-feira, 3 de setembro de 2014

02/09/14 - DA REDAÇÃO - O caso do ambulante Edson Ferreira, morto no último domingo (31/8), durante uma apreensão de mercadoria feita pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) no bairro de Santana, zona norte, foi debatido na manhã desta terça-feira (2/9) pela Comissão 





Extraordinária de Segurança Pública. vereador Reis (PT) criticou a maneira como a GCM lida com esse tipo de ocorrência. Para ele, as apreensões devem ser feitas pelos fiscais da subprefeitura, e à Guarda cabe somente dar apoio. Já Conte Lopes (PTB) acredita que a abordagem ao camelô foi feita de maneira correta. Para o petebista, existe atualmente no Brasil uma crise de autoridade. “Ninguém respeita mais o policial. Era muito mais simples esse lutador parar e aceitar a determinação da policia, como ocorre em países como Estados Unidos”, afirmou.

Entenda o caso - No último domingo, o vendedor ambulante Edson Ferreira foi abordado por vender água ilegalmente e morreu após uma suposta troca de tiros com os guardas. Ferreira, um ex-lutador profissional de boxe, teria entrado em luta corporal com os GCMs, tomado a arma de um dos agentes e atirado contra eles, que revidaram em seguida. O vendedor morreu no local.​ (02/09/2014 - 13h22)

Acima, vereadores e assessores durante a reunião da comissão. Foto: Luiz França / CMSP

"Para isso encontraram tempo. Agora, para colocar em votação projetos que visam valorizar os profissionais da GCM, nada. Não que o tema não deva ser discutido, mas a valorização da categoria com projetos por demais importantes podem ser desprestigiados"? Comentário em rede social

VEJA AINDA: GCM/SP - Votação dos Projetos de Reajuste e Atividade Complementar são adiados por falta de acordo entre as lideranças da Câmara Municipal de São Paulo

Veja agora a opinião de um policial renomado: O senhor Paulo Telhada, Coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo e ex-vereador (Atual candidato a Deputado Estadual):

"Quero aqui hipotecar minha total solidariedade aos homens da Guarda Civil Metropolitana que infelizmente se envolveram numa ocorrência muito polêmica no último domingo quando um homem foi morto após ser abordado pela GCM e ter reagido a abordagem, atacado os GCM, roubado a arma de um dos guardas, atirado contra os dois GCM, até ser morto pelos mesmos. Conversei com o Inspetor Gilson Menezes, Comandante da GCM e fui informado do seguinte:

O cidadão vendia água mineral irregularmente próximo ao Anhembi, onde ocorria a Bienal do Livro, na Zona Norte da capital e foi abordado por três guardas que estavam ali de serviço, regularmente escalados, justamente para coibir esse tipo de ação. O infrator pegou o carro e fugiu. Na Rua Santa Eulália, em Santana, foi parado e abordado pela GCM. O homem era lutador de boxe e, entrou em luta corporal com um deles, conseguiu tomar o revólver de um dos guardas e disparou várias vezes, acertando dois GCM, o primeiro GCM foi atingido de raspão na têmpora e no peito e o segundo GCM foi atingido com um tiro transfixante no ombro.

Houve reação e o indivíduo levou seis tiros e morreu no local.

Os GCM foram socorridos ao Hospital Mandaqui e transferidos para o Hospital do Servidor Público Municipal, onde foram operados. Isso é muito triste pois nenhum policial quer um resultado desse, matar um cidadão, mas o próprio cidadão escolheu esse resultado ao reagir a ação legal dos GCM, agredí-los, arrebatar-lhe a arma e efetuar disparos contra os mesmos.

Infelizmente não havia outra opção, era matar ou morrer. Os GCM agiram dentro da lei e tem todo nosso apoio. Fico também triste e sentido pela família do cidadão que infelizmente cometeu esse ato de loucura e insensatez... A lei deve ser cumprida, doa a quem doer.

Nossas Forças de segurança devem ser preservadas e apoiadas pois é o único jeito de melhorar a segurança da nação.

Tolerância Zero, JÁ". 


http://www.ocaodeguardanoticias.com.br/2014/09/seguranca-vereadores-discutem-morte-de.html#more

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